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24/05/2019 às 12h16

Paulo Guedes ressaltou que as associações comerciais são agentes importantíssimos para a geração de emprego e riquezas


iviagora

Paulo Guedes ressaltou que as associações comerciais são agentes importantíssimos para a geração de emprego e riquezas. Chamou atenção para o desequilíbrio fiscal pelo qual o Brasil vem passando. “Todo dia tem um barulho, um desentendimento, mas não se deixem levar por esses sinais. O sinal que realmente importa é que o Brasil teve 30 anos de desenvolvimento baseado em empresas estatais. Quando fizemos a transição para o regime politicamente aberto, que foi a redemocratização, era natural que fossem carimbados gastos com saúde e educação. Mas definiu-se também que a liberdade econômica e o direito de cada cidadão empreender é a regra. E não a exceção. O cidadão tem que ser capaz de fazer tudo desde que não infrinja a lei. E no Brasil, está o contrário: tudo é proibido a não ser que o governo permita. O Brasil inverteu tudo”, criticou.

O ministro definiu a Previdência como “fábrica de privilégios”. O governo brasileiro, disse ele, “saiu de 18% do PIB de gastos e chegou a 45%, no pico do governo Dilma”. Para ele, o presidente Jair Bolsonaro é “patriota, intenso, determinado e disposto a pagar o preço de enfrentar uma ordem política que ele não considerava interessante e que a população brasileira disse ‘vamos mudar’”.

Guedes declarou que daqui a 60 ou 90 dias a reforma da Previdência deverá ser aprovada. “Creio que conseguiremos implementar (a reforma) com a desejada potência fiscal, vamos poder lançar o sistema de capitalização para os jovens”. Salientou as contribuições de Maia Alcolumbre, de prefeitos e de governadores, “até mesmo os da oposição, que não assume publicamente com medo de perder votos, mas estão nos ajudando”.

Ele afirmou que a prioridade agora é administrar os gastos públicos, que “subiram sem controle”. Adiantou que os impostos “vão ser simplificados e vão descer” via reforma tributária. “Já começou uma competição saudável; a Câmara anda com a reforma dela, a gente anda com a nossa”.