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Reinfecção: jovem mineiro morto por COVID-19 pode ser 1° caso do Brasil
IVIAGORA
Histórico do paciente
Segundo Carolina Barbosa, Libério morava com a mãe, o pai e uma tia. Da primeira vez em que ele foi diagnosticado com a COVID-19, os demais membros da família não contraíram o vírus, conforme teriam demonstrado os testes aplicados pela prefeitura. Já da segunda vez em que o jovem apresentou os sintomas, todos os familiares apresentaram exames positivos para o novo coronavírus.A mãe do rapaz morreu da doença pouco antes do filho. O óbito de Edriana de Fátima Pereira Fonseca, de 44 anos, ocorreu em 4 de julho, dois dias após sua internação também no Hospital Manoel Gonçalves de Sousa Moreira. A secretária de Saúde relata ainda que Edriana sofria de uma síndrome genética rara desencadeada pela mutação no gene GATA2, que provoca baixa de imunidade do organismo. A condição, possivelmente, tornou a mulher mais suscetível à virose. “É provável que o filho dela também tivesse a síndrome e que por isso não tenha sobrevivido à COVID-19, embora fosse tão novo. Mas ele não tinha diagnóstico da mutação genética. Ainda estamos investigando”, afirma a gestora.






